Mostrando postagens com marcador Clarice Lispector. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Clarice Lispector. Mostrar todas as postagens

dezembro 20, 2010

Vale a pena!














"Cuide-se como se você fosse de ouro, ponha-se você mesmo de vez em quando numa redoma, e poupe-se."

outubro 03, 2010

da lição de hoje.















"A gente tem o direito de deixar o barco correr.
As coisas se arranjam, não é preciso empurrar com tanta força."

setembro 20, 2010

da origem do que rabisco.

Eu vou me acumulando, me acumulando, me acumulando – até que não caibo em mim e estouro em palavras. 

setembro 18, 2010

e sigo assim.

Já caí inúmeras vezes achando que não iria me reerguer.
Já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.

setembro 08, 2010

happiness!


























hoje eu acordei com nostalgia de ser feliz!

junho 09, 2010

life.










E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar!

março 04, 2010

E quando seu mundo desaba, pra onde você pode correr?


Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia eu que somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.



janeiro 29, 2010

Não falo da dor... Falo da estranha sensação de não sentir nada!

dezembro 09, 2009

Clarice Lispector

Ao mesmo tempo que ousava desvelar as profundezas de sua alma em seus escritos, Clarice Lispector costumava evitar declarações excessivamente íntimas nas entrevistas que concedia, tendo afirmado mais de uma vez que jamais escreveria uma autobiografia. Contudo, nas crônicas que publicou no Jornal do Brasil entre 1967 e 1973, deixou escapar de tempos em tempos confissões que, devidamente pinçadas, permitem compor um auto-retrato bastante acurado, ainda que parcial. Isto porque Clarice por inteiro só os verdadeiramente íntimos conheceram e, ainda assim, com detalhes ciosamente protegidos por zonas de sombra. A verdade é que a escritora, que reconhecia com espanto ser um mistério para si mesma, continuará sendo um mistério para seus admiradores, ainda que os textos confessionais aqui coligidos possibilitem reveladores vislumbres de sua densa personalidade.

novembro 16, 2009

Tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.
Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calmo e perdôo logo.
Não esqueço nunca.
Mas há poucas coisas de que eu me lembre.